Carlos Hideki
Em 02/09/2010 às 09:13
Completando um mês de atividades nessa quarta-feira (1º), o Censo 2010 já pesquisou cerca de 80% das residências na região de Presidente Prudente. O número mostra que o andamento das pesquisas superou o esperado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e será finalizado com aproximadamente 10 dias de antecedência, de acordo com o coordenador regional Juarez Oliveira, responsável pelo levantamento em 51 municípios.
“Em Caiabú já acabou o recenseamento. Em cidades menores, como Pirapozinho, Narandiba e Santo Expedito, está previsto para encerrar até o dia 20 de setembro”, adianta Oliveira.
Em comparação com outros pontos do Estado, o coordenador fala que, na região, a coleta dos dados está com um ritmo mais acelerado. “Na Capital e em Campinas, o recenseamento termina dentro do prazo previsto, que é no final de outubro”, diz.
A previsão inicial para o término da pesquisa na região era para também o final de outubro, contudo, com o atual andamento, ela será finalizada com antecedência, explica o coordenador regional do IBGE. “Com as menores finalizadas, só faltarão cidades maiores, como Presidente Prudente e Assis. Mesmo assim, até 20 de outubro acredito que chegue ao fim”, conta Oliveira.
Os cerca de mil recenseadores da região começaram o trabalho no dia 1º de agosto e na ocasião o coordenador da sub-área de Presidente Prudente, José Carlos Zangirolami, também esperava que no município as pesquisas se encerrassem no fim do terceiro mês de Censo. “Já foram 68% das residências consultadas e agora a expectativa é que entre os dias 15 e 20 de outubro chegue ao fim”, diz.
Segundo ele, em Prudente são 210 recenseadores distribuídos em mais de 300 setores, sendo que em alguns locais a pesquisa já foi concluída. “O número de residências pesquisadas só não é maior porque tem bairros que as perguntas começaram a ser feitas esses dias por recenseadores que já terminaram sua área”, fala.
Sobre o concurso do IBGE para a contratação de novos recenseadores no Estado de São Paulo, o coordenador da sub-área explica que aqui na região não foi preciso. “As pesquisas estão avançadas e não há necessidade para isso. No caso dos que deixaram o trabalho, nós treinamos os que já estavam na fila”, afirma Zangirolami.
Atualizada às 16h21 do dia 3/09 para acréscimo de informação
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