Da Redação
Em 27/09/2010 às 11:52
Depois de um período seco que se alongou por mais de dois meses, as chuvas voltaram a cair em Presidente Prudente e região no último fim de semana. Segundo a estação de meteorologia da Unesp, só de domingo para segunda-feira foram 62,4 milímetros. Em alguns locais também houve vento forte. Entre os problemas mais graves decorrentes da mudança no tempo, foram registradas quedas de árvores e destelhamento em duas creches municipais: Krisan Martin, no Jardim Universitário, e Doutor Carlo Ceriani, no Jardim Humberto Salvador. Ambas atendem crianças do ensino infantil e não havia ninguém nas creches no momento do incidente.
No caso das creches, a Secretaria Municipal de Educação deslocou a equipe de Pronto-Socorro da pasta para fazer uma avaliação emergencial na manhã desta segunda. O objetivo é avaliar a proporção dos estragos. De acordo com a diretora do Departamento Pedagógico da Seduc, Sônia Maria Pelegrini, em ambas unidades o atendimento é mantido parcialmente.
“Dependendo do resultado das avaliações, nossa própria equipe providencia os reparos necessários caso os estragos não forem tão consideráveis. Do contrário, a Seduc aciona a Secretaria de Obras para conserto emergencial das unidades”, diz.
Na creche Krisan Martin, ainda segundo Pelegrini, houve destelhamento da parte do telhado onde funciona a cozinha. Já na unidade do Humberto Salvador o destelhamento foi provocado em algumas salas de aula. Por fim, na EM Deputado Castilho Cabral, foi registrada apenas a queda de uma árvore no terreno da escola. Neste local, não houve danos maiores.
Queda de árvores
O Horto Florestal também foi acionado em decorrência da queda de algumas árvores em pontos diferentes da cidade. Na última sexta-feira, uma árvore foi removida da Rua Rui Barbosa, no Centro da cidade. Nesta manhã, a equipe trabalha na remoção de uma outra que caiu na Rua Gabriel Otávio de Souza, altura do número 786, no Jardim Paulista. “Esta foi à única solicitação que recebemos, por enquanto, nesta manhã”, diz o auxiliar-administrativo da pasta, Admílson Félix de Souza.
Já o Fundo Social garante que o único caso de natureza grave que a entidade acompanha em decorrência dos estragos é da família cuja casa veio abaixo no bairro Terceiro Milênio. Os moradores estão abrigados em casa de parentes e recebem todo o acompanhamento necessário.
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