Carlos Hideki
Em 19/10/2010 às 12:21
O vereador Cidão Mendonça (DEM) apresentou um pedido de providências na Câmara Municipal de Presidente Prudente visando à obrigatoriedade do uso de tapumes de tela durante o serviço de roçagem da grama de parques e de canteiros centrais da cidade.
Tanto a Secretaria Municipal de Obras quanto a Prudenco garantem que a medida já é tomada, mas com equipamentos diferentes, porém dentro das normas de segurança exigida.
Segundo o assessor parlamentar do vereador, Edney Francis, o objetivo do pedido seria evitar acidentes. “A tela é um material de segurança, porque a roçadeira lança pedras e detritos, colocando em risco pessoas e veículos que trafegam pela via”, comenta.
Ele fala que a solicitação de Cidão Mendonça foi inspirada no modelo utilizado em Londrina (PR). “Lá tem um carrinho com uma tela que vai esticando conforme a roçadeira vai passando para cortar a grama dos canteiros e de praças”, explica o assessor.
O secretário de Obras Alfredo Penha informa que o trabalho de poda realizado pela Pasta já utiliza um aparelhamento semelhante. “É um equipamento dentro das normas de segurança”, afirma.
Para o presidente da Prudenco, Mateus Godoy, o pedido do vereador tem fundamento e vai ser atendido, pois a medida de segurança já seria adotada em algumas ocasiões. “Em parte, nós já usamos tapumes de madeira. Mas em poucos casos, quando é um espaço menor e mais rápido, fica sem, porém os funcionários tomam um cuidado maior”, explica.
De acordo com ele, já está sendo providenciado um novo equipamento que será utilizado. “Está em processo de licitação a compra de telas de proteção. Elas são de borracha e funcionam como uma cortina”, comenta.
Godoy conta que, com o modelo de madeira utilizado atualmente, é difícil a execução das podas devido a sua locomoção. “Vimos o que é mais viável dentro das nossas possibilidades para proporcionar segurança aos pedestres e motoristas. Acreditamos que a tela é a melhor escolha”, afirma.
O presidente da Prudenco explica que as roçadeiras já possuem laterais que evitam o arremesso das pedras. “O risco para quem passa por perto é mínimo. Tenho conhecimento de apenas um incidente até hoje, mas mesmo assim preferimos evitar”, pontua.
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