Da Redação
Em 08/09/2010 às 16:16
A banca de avaliação foi composta por Alexandre Martines, doutor em agronomia e engenheiro agrônomo da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esaq); Carlos Sérgio Tiritan, coordenador do curso de Agronomia da Unoeste; e pelo orientador Fábio Fernando de Araújo.
“A pesquisa apresentou três dimensões do solo: física, química e microbiológica. Observou-se a carência de nutrientes em algumas regiões e a predominância de acidez, com pH abaixo de 5. Por outro lado, dados mostram que as condições microbiológicas estão dentro do normal, o que é reflexo das atividades agropecuárias”, explica Araújo.
Giovana Cristina, que atua como farmacêutica na Divisão de Saneamento Básico do campus I da Unoeste, contou que o solo da região é arenoso, com grau de degradação mediano, devido aos impactos ambientais. “Se o aspecto físico é melhorado, por exemplo, os atributos microbiológicos e químicos consequentemente também se reestruturam”, cita.
Para Carlos Sérgio Tiritan, “compreender a qualidade do solo ajuda a nortear o trabalho da agricultura e agropecuária, o que melhora a produtividade e lucratividade do produtor”.
O engenheiro agrônomo Alexandre Martines ressaltou a importância deste tipo de diagnóstico. “É fundamental entender as interferências do meio na qualidade do solo. Esse mapeamento também colabora para a realização de novas pesquisas". (Com assessoria de imprensa)
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