Maycon Morano
Em 25/10/2010 às 17:14
O vereador Clóvis de Lima (PR) solicita à Prefeitura de Presidente Prudente a criação de um obstáculo em frente ao Hospital Regional (HR) nos mesmos moldes aos existentes nas avenidas Manoel Goulart e Washington Luiz, defronte a um shopping da cidade. Entretanto, o secretário de Assuntos Viários (Semav), Abel Gomes Brondi, diz que primeiro é necessário um estudo sobre a viabilidade da obra.
De acordo com o parlamentar, no local há um fluxo “muito grande” de pessoas. “Passa muita gente ali. Creio que de 3 a 4 mil pessoas, já que gente de toda a região vem para se consultar no hospital”, argumenta Lima.
Ele acrescenta que o movimento é, ao menos, como o do shopping. “Isso se não for maior. É preciso que se coloque este obstáculo para evitar um atropelamento. Já existe uma tartaruga no local, mas os carros não param, ela não é suficiente ainda”, frisa o vereador. Este requerimento consta na pauta da sessão desta segunda-feira (25) na Câmara Municipal.
O secretário da Semav lembra que este tipo de instalação que só ocorre após um estudo da região. “Precisamos analisar qual o fluxo de carros e de pessoas no local; ver se o volume de tráfego vai suportar uma parada como essa, se isso não vai causar outros problemas”, diz Brondi, se referindo ao fluxo intenso de carros devido às escolas e a universidade, próximas do HR.
Além disso, ele fala que existem outras prioridades do uso de verba. “Esta é uma obra cara. É necessário ver se o lugar realmente precisa. Aquelas do shopping, por exemplo, custaram R$ 60 mil cada. Já existe o planejamento da criação destes obstáculos, que são de uso principal de educação no trânsito, em frente às escolas que integram o projeto Cidadescola”, pontua.
Sobre o valor destas que serão construídas, o secretário de Planejamento, Laércio Alcântara, informa que terão o custo entre R$ 20 mil e R$ 25 mil. “Cada uma tem valor diferente porque as regiões, os bairros, têm necessidades diferentes também. Em um lugar vai ser um pouco mais baixa que aquela do shopping, em outro será em nível, mas com uma sinalização mais eficiente. Depende do fluxo de cada local”, expõe o secretário.
“Nestas o conceito é igual aquela que já existe, mas queremos criar a “Faixa do Cidadão”, para conscientizar as crianças, a população destes locais e também os motoristas”, diz Alcântara.
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