Da Redação
Em 11/09/2010 às 12:48
A Associação Brasileira dos Consumidores e Mutuários (Abcom) e a Comissão de Defesa dos Consumidores da 29ª subsecção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também participou da mobilização. A população, por sua vez, aprovou a iniciativa.
De acordo com a coordenadora executiva do Procon, Ana Paula Atayde Setti, a população entendeu a proposta do evento e “tranqüilamente” aceitou o material distribuído que é amparado na Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990.
“Muitos, inclusive, nos agradeceram. Teve gente também que levou até 10 exemplares. Provavelmente são fornecedores que os deixarão à disposição do consumidor no estabelecimento do qual é proprietário ou onde trabalha, visando a atender a legislação federal que exige essa postura”, analisou.
Setti também frisou que o código veio para melhorar a relação de consumo, garantindo os direitos dos clientes. “Sendo consumidor ou não, fornecedor ou não, o importante é ter acesso a ele e saber utilizá-lo”, emendou.
O presidente da regional da Abcom, Lyncoln Hebert da Silva, ressaltou que devido sua importância, a data não poderia passar em branco. “Nosso dia-a-dia é lutar em defesa do consumidor. Por isso temos muito que comemorar hoje, mas ainda também o que fazer para que o consumidor passe a conscientizar ainda mais de seus direitos, embora nos últimos tempos muitos têm buscado junto a nós às orientações necessárias”, opina.
Morador do Jardim Itapura I, o pintor Sebastião Adriano da Silva, 57 anos, recebeu um exemplar do Código de Defesa do Consumidor e disse que o livreto deverá agora ser seu aliado na hora da compra. “Isso é muito bom, porque nos atenta e orienta daquilo que foi feito a nosso favor. Muitas vezes o consumidor, inclusive eu, compra um determinado produto numa loja, mas não sabe o que fazer caso dê algo errado. Isso aqui [o código] nos instrui”, declarou.
A mesma opinião é dividida pela moradora do Jardim Santana, Margareth Alves de Lima, 35 anos, que também foi contemplada com o código. “Na correria do dia-a-dia a gente fica por fora das leis. Na hora que precisamos recorrer, não sabemos a quem. Esse código já é um indicativo de como proceder. Pelo menos eu vou ler inteirinho”, garantiu.
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