Da Redação
Em 11/09/2010 às 09:40
Filho de Amália Marcondes de Oliveira, uma dos sete filhos do coronel, e do Coronel Miguel Brizola de Oliveira, Lauro Flávio diz que a ordem é “rememorar e revirar a história da forma mais fidedigna possível”.
O neto de Coronel Marcondes conta que o avô nasceu no Vale do Paraíba,
“Onde existe urbanização hoje, era tudo mata fechada. Os registros nos livros de história informam que o município foi fundado em 14 de setembro [de 1917] pelo Goulart [Coronel Francisco de Paula], mas tenho comigo que foi fundada pelo meu avô. Foi ele quem contribuiu para o início da Vila Marcondes, bairro mais antigo da cidade. Quem trouxe para cá povos estrangeiros, principalmente italianos, para cultivarem culturas como a batata, algodão e principalmente o café. Quem trouxe e manteve as riquezas para Prudente”, defende ele.
Na época, Lauro, clarões iam se abrindo nas matas. É que enquanto Goulart colonizava a área localizada à esquerda da estrada de ferro (no sentido de quem vem de São Paulo), seu avô Marcondes, dono da Companhia Marcondes, cuidava da colonização da área à direita da mesma estrada. Logo, Coronel Marcondes adquiriu 4.700 alqueires de terras, dividindo-os em lotes e instalando os primeiros patrimônios da região.
“Ele contribuiu para a colonização das famílias que vieram para cá. A região onde hoje é a Vila Marcondes e o distrito de Montalvão foi ele quem colonizou assim como Presidente Bernardes e o lado do norte do Paraná”, destaca.
Para o neto, tanto seu avô quanto Coronel Goulart, como indica o hino, foram fundamentais. “Ambos tornaram-se responsáveis pelo desenvolvimento da região e pelo crescimento da cidade”, diz, lembrando que na década de
“Meu avô comprava essas produções e as comercializavam para São Paulo [Capital], Rio de Janeiro e litoral santista. A produção era exportada por meio da Estrada de Ferro Sorocabana. Foi a partir daí que Prudente se desenvolveu e se consolidou como cidade”, argumenta.
“Muitos não sabem, mas na época
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