Da Redação
Em 27/08/2010 às 10:37
Entre reforma e ampliação, na Santa Casa de Misericórdia de Presidente Prudente são várias obras em andamento. Uma delas é a construção de 13 apartamentos de alto padrão para ampliar o número de leitos, que atualmente totalizam 230.
Incluindo consultas, serviços ambulatoriais e o Pronto-Socorro, a média é de mais de 800 atendimentos por dia em espaços físicos que superam 14 mil metros quadrados de área construída.
Existe ainda projeto para outros 32 apartamentos na área de estacionamento. A ideia é fazer dois pavimentos para estacionar veículos e três para os novos apartamentos. Também está em construção o centro médico de pequenas cirurgias, cujas obras foram retomadas após 14 anos de paralisação. Como empreendimento paralelo está a construção do Hospital Regional do Câncer (HRC).
Quando era diretamente vinculado à Santa Casa, o HRC estava projetado para 10 mil metros quadrados. Porém, com autonomia através da criação do Fundo do Hospital do Câncer, surgiu a necessidade de espaços para administração e serviços de manutenção, de tal forma que são mais de 5 mil metros quadrados. O ato de desvincular decorreu de questão legal para receber a doação de R$ 20 milhões da Companhia Energética de São Paulo (Cesp).
É parte de verba compensatória da estatal em relação aos problemas do impacto ambiental provocado pela construção da Usina Engenheiro Sérgio Motta, no Rio Paraná. O pagamento da compensação resulta de acordo com o Ministério Público Estadual e o Ministério Público Federal. R$ 10 milhões devem ser liberados em breve. Os outros R$ 10 milhões serão pagos em 20 parcelas de R$ 500 mil.
Nessa quinta-feira (26) o prefeito Milton Carlos de Mello (Tupã) esteve em visita à Santa Casa e à construção do HRC a convite do provedor Francelino de Souza Magalhães e do presidente da Fundação, José Hilário Pasquini.
Todos os pronunciamentos foram no sentido da união de esforços para a solução de problemas, como são os da área de saúde que já foram maiores e agora estão controlados. “O mais importante é o diálogo constante de todas as partes. Isso é o que faz uma comunidade se agigantar”`, disse Magalhães ao prefeito.
“Não fosse o trabalho voluntário feito por vários segmentos em nossa cidade, como é o de vocês da diretoria da Santa Casa, seria um caos. A Prefeitura não tem condições em recursos financeiros e humanos para atender a toda demanda na área de saúde e em outras, como a de assistência social”, afirmou Tupã. (Com assessoria de imprensa da Prefeitura)
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