Da Redação
Em 05/11/2010 às 11:23
O superintendente de obras do interior da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), Humberto Emmanuel Schmidt Oliveira, visitou Osvaldo Cruz e vistoriou as obras de construção das 102 casas do Conjunto Habitacional “José Valter Seviero” (Osvaldo Cruz “H”).
Acompanhado do prefeito Valter Luiz Martins, de engenheiros da prefeitura e da CDHU, e representantes da construtora responsável pelas obras no local, ele disse que o órgão busca minimizar qualquer obstáculo que venha a impedir a conclusão da obra no prazo estabelecido e, com isso, cumprir a meta.
“Nossa meta hoje, de uma forma geral, mediante a uma determinação do governador [Alberto Goldman] e do secretário de Habitação [Lair Krähenbühl] é de fazer com que famílias de obras como essa, em fase de conclusão, passem o Natal em casa. Então, trabalhamos com a meta de 17 de dezembro para que possamos realmente fazer a entrega das unidades aos futuros moradores”, garantiu.
O superintendente da CDHU explicou ainda que as obras de infraestrutura já estão em andamento no novo bairro, com implantação do sistema de distribuição de água, captação do esgoto e drenagem de águas pluviais.
“Estabelecemos um cronograma em que, a partir da liberação desses serviços de rede por quadra, faremos os serviços de implantação de guias de sarjeta e, na sequência, pavimentação e muros de arrimo onde necessário”, emendou Schmidt.
Para o prefeito Valtinho, a vinda do superintendente de obras do interior da CDHU é providencial por coordenar o cumprimento das metas estabelecidas pelo governo estadual e garantir a entrega no mês de dezembro.
“O nosso compromisso era de entregar [as moradias] até o mês de outubro, mas, infelizmente por conta das eleições, não foi possível assinar aditivos, ou seja, não houve como cumprir esse prazo. Porém, já fica decidido que em dezembro serão entregues ainda que os muros de arrimo estiverem em construção e a pavimentação parcialmente pronta”, conclui Valtinho.
Atraso
As obras estão atrasadas há mais de dois anos e meio porque fazem parte de uma série de conjuntos que foram paralisados pela Operação Pomar, em 2007, quando a polícia e o Ministério Público apontaram fraudes nas licitações da CDHU em diversas cidades da região de Presidente Prudente.
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