Da Redação
Em 06/10/2010 às 12:28
Em pesquisa realizada nos dias 1º de outubro, o Índice de Preços Toledo (IPT) apontou a inflação de 6,06% na compra da cesta básica em relação a setembro. No começo do mês anterior o consumidor gastava R$ 308,84, já neste mês o valor chegou a R$ 327,56. O grupo de alimentos foi o que mais contribuiu para a alta.
Os produtos com maiores elevações foram a batata e o feijão carioquinha, com aumento de 94,35% e 92,98%, respectivamente. No caso do feijão, a pesquisa aponta que alta aconteceu pela queda na produção, devido ao fato de o governo não ter comprado o excesso das safras passadas, além de problemas climáticos.
Em contrapartida, os produtos de higiene pessoal apresentaram a deflação 67,76%. As mercadorias que registraram as maiores quedas foram o papel higiênico contendo quatro rolos de 30 m, com 22,53%, seguido pelo creme dental de 90g (6,53%).
O grupo de artigos de limpeza apresentou queda de 0,67%. Os produtos que mais contribuíram para a redução foram o desinfetante de 500 ml, com baixa de 5,69%, e o sabão em pó (1 kg), com 3,75%.
Uma grande diferença de preços foi apontada na margarina de 500g, com variação de 191% entre um mercado e outro. Os preços foram encontrados entre R$ 0,89 e R$ 2,59. O tomate foi encontrado entre R$ 0,78 e R$ 1,99, com diferença de R$ 155,13%.
O consumidor pode economizar até 39% comprando uma unidade de cada produto pelo menor preço, com total de R$ 106,98. Com o maior, seria gasto R$ 149,09 e a diferença é de R$ 42,04.
O IPT acumulou alta de 10,07% nos últimos 12 meses, quando a cesta básica custava R$ 297,59.
Participaram da pesquisa os alunos Edinaldo Veira de Souza, Jacqueline Alessandra Bratifisch, Luis de Oliveira Coutinho Neto, Maria Luisa de Lima Pastorim, Mário Humberto Salvador Júnior e Murilo Toledo Andrade de Oliveira sob orientação do economista Walter K. Dallari e da supervisora de prática profissional Maria Lúcia Ribeiro da Costa.
Veja aqui a pesquisa de preços completa.
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do Portal Prudentino.
