Da Redação
Em 26/07/2010 às 15:02
O responsável pelo setor de apreensão de animais da Secretaria de Obras e Serviços Públicos de Presidente Prudente, Haysmer Belonci, anuncia que a administração municipal deve ampliar o rigor a donos de animais soltos em vias públicas. Entretanto, ele não adianta as medidas, que ainda estão sendo discutidas.
A revelação foi feita na manhã desta segunda-feira (26) após a apreensão de quatro equinos no acesso ao Jardim Itapura I, local de intenso trânsito de veículos. Moradores chamaram a Polícia Militar e o serviço público foi acionado.
“O trabalho é intenso nesse setor. Representa um gasto de R$ 25 mil por mês. Para retirar o animal no sítio Bom Jesus, uma área de 17 alqueires no Bairro do Limoeiro, o proprietário paga R$ 66, mais R$ 25 de frete e R$ 6 por dia. Normalmente, cada animal é retirado em menos de uma semana ou no máximo em dez dias”, conta Belonci, reclamando que é até difícil conseguir servidor público para trabalhar nesse setor, pois são vários os casos de ameaças de agressão e até de morte.
“No sítio onde os animais apreendidos são mantidos, ocorrem casos de polícia. Existem donos de animais que cortam os arames da cerca, ameaçam o caseiro, quebram o cadeado, arrombam a mangueira e levam os animais. Somente neste ano já registramos cerca de dez boletins de ocorrências por furto e ameaças”, diz Belonci e revela que já conversou com o secretário Alfredo Penha, que buscará solução junto ao prefeito Milton Carlos de Mello (Tupã) e aos vereadores.
Na semana passada foi registrado o caso de uma vaca solta na estrada Ângelo Renna, que consiste num dos principais acessos e saída de Presidente Prudente pela rodovia Assis Chateaubriand, na zona leste. “Um carro bateu na vaca, nas imediações do Shopping Motel. O impacto casou danos de grande monta e poderia até ter resultado em vítima”, conta Belonci. O animal morreu.
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do Portal Prudentino.
