Da Redação
Em 04/10/2010 às 16:49
O jornalista prudentino Leonardo Bianchi foi contratado para integrar a equipe do Globo Esporte de São Paulo como repórter. Sua estréia foi neste final de semana, quando cobriu o empate entre Santos e Palmeiras, que terminou em 1 a 1.
“Trabalhar lá era um sonho. Não imaginava que fosse realizar, ainda mais tão cedo assim”, disse Bianchi, que é egresso da Faculdade de Comunicação Social (Facopp) - com habilitação em jornalismo da Unoeste.
Durante a faculdade, concluída em 2006, ele conta que já trabalhava como narrador esportivo e repórter da Rádio Globo local. “Em 2008 passei pela TV Bandeirantes da cidade. Em 2009, fui indicado para trabalhar na TV Tem, em Itapetininga (SP) - afiliada da Rede Globo”, lembra.
Conforme o ex-aluno, depois de dois meses de contrato ele já foi transferido para Bauru. “Lá me dediquei ao esporte e passei a apresentar o programa esportivo da emissora, além de frequentemente fazer matérias para o Globo Esporte. Como elas eram sempre muito elogiadas, recebi o convite para integrar a equipe da TV Globo São Paulo”, esclarece Bianchi.
Ele revela que entender a nova linguagem que revolucionou o Globo Esporte abriu as portas na emissora. “São reportagens menos massantes, com entretenimento e humor. Sempre acompanhei o trabalho do Tiago Leifert, acredito que ele seja um divisor de águas no telejornalismo brasileiro. Gostar deste estilo com certeza facilitou muito minha entrada na empresa”.
Sobre a escolha pelo jornalismo, Bianchi salienta que aconteceu por causa de sua paixão pelo esporte. “Devido a minha frustração como atleta - sempre quis ser goleiro de um grande clube - encontrei no jornalismo a oportunidade de continuar acompanhando os grandes times. Só me via fazendo esportes. Todos os trabalhos eram direcionados para este segmento. Falo que o jornalismo é um pretexto para fazer esporte de alto nível e no fundo é isso mesmo”, pontua Bianchi.
O egresso também fala do futuro. “Claro que gostaria de cobrir uma Copa do Mundo ou Olimpíada, mas estou realizado, independente do que vier pela frente. Se tivesse que traçar um objetivo, seria algo como emplacar matéria no Jornal Nacional. Minha mãe ficaria orgulhosa!”, diz o prudentino.
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