Agência Brasil
Em 11/04/2016 às 10:42
Sessão estava marcada para às 10h. Por volta das 9h, mais de 15 parlamentares já ocupavam a sala
(Foto: Agência Brasil)
Com quase uma hora de atraso, a comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff iniciou a última sessão de trabalho, 25 dias depois de ser instalada.
O ministro José Eduardo Cardozo, da Advocacia-Geral da União, está presente e fará a defesa da presidente. Há 62 parlamentares na reunião. Nesta segunda-feira (11), os 25 líderes de partidos com representação na Casa terão a palavra por cinco ou dez minutos, dependendo do tamanho da bancada, antes de encaminhar a votação.
A sessão estava marcada para às 10h. Por volta das 9h, mais de 15 parlamentares já ocupavam a sala e, antes mesmo dos trabalhos começarem, um desentendimento na fila de inscrição e presença já indicava o clima que deve dominar os debates.
Ainda não há decisão sobre a forma de manifestação dos votos: nominal, com a declaração de cada parlamentar, ou simbólica, quando apenas se contabiliza o número de favoráveis e contrários.
Na comissão, qualquer resultado depende de maioria simples dos 65 titulares e, independente de ser ou não aprovado, o relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), favorável ao impedimento de Dilma, terá que ser analisado pelo plenário, 48 horas depois de lido na primeira sessão plenária após a votação na comissão e publicado no Diário Oficial da Câmara.
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