Thiago Ferri
Em 15/06/2010 às 15:16
Conforme acordo firmado entre o Sindicato Patronal do Comércio da Alta Sorocabana (Sincomercio) e o Sindicato dos Comerciários, responsável pelos trabalhadores do comércio varejista, nos jogos da Seleção Brasileira na primeira fase da Copa os comerciantes da cidade poderiam escolher se manteriam as lojas abertas ou as fechariam.
Pelo visto, a segunda opção foi a preferida pelos proprietários de estabelecimentos no centro da cidade. Algumas poucas lojas insistiram em se manter abertas, apesar do quase deserto calçadão central. Uma delas comercializa tecido, dentre os quais, vários com a estampa vede amarela e com a bandeira do Brasil. Nesses, mesmo na última hora o movimento foi intenso.
“Brasileiro é brasileiro mesmo na Copa do Mundo, deixa tudo para a última hora, como eu (risos)”, disse a promotora de vendas Marlene Rodrigues, 43 anos, que comprava um tecido estampado para fazer uma bandeira do Brasil.
Os trabalhadores também corriam para não perder nenhum instante do jogo. “Acabei de sair, tendo de correr para conseguir pegar esse ônibus, senão vou perder boa parte do ônibus”, afirmou o vendedor de calçados Ricardo Brambila, que ia do Centro para a Cecap.
Com tantas pessoas saindo ao mesmo tempo, entre as 14h e 15h, o resultado não poderia ser outro se não um trânsito intenso em vários pontos da cidade, como o quadrilátero central, as avenidas principais e o Parque do Povo. No entanto, segundo a Polícia Militar, nada que provocasse congestionamento.
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