Da Redação
Em 28/05/2010 às 13:52
“É uma complementação do projeto educação permanente no trânsito desenvolvido pela Semav, cuja didática principal é fazer com que as crianças dessa idade, entre nove e 11 anos, visualizem o trabalho de educação no trânsito. Por isso o teatro e a cidade mirim. Através de ações como estas elas têm a oportunidade de interagirem de maneira mais direta com o conteúdo que está sendo apresentado, aprendendo além daquilo ensinado em sala de aula”, explica o secretário.
A ação teve início às 8h da manhã, com a chegada das crianças das escolas Professora Francisca de Almeida Góes Brandão (Presidente Prudente), Professora Anna de Mello Castriani (Regente Feijó), Filomena Christófano (Alfredo Marcondes) e Doutor Francisco Marques Bonilha (Martinópolis).
Elas foram recepcionadas por agentes de trânsito da Semav que na ocasião atuaram como manipulares de fantoches, afim de alertá-las sobre a importância do respeito no trânsito. Depois, receberam pipoca e algodão-doce. Na sequência, assistiram ao espetáculo “Chapeuzinho Vermelho, na Contramão”, realizado no teatro do espaço. O clássico de Maria Clara Machado foi adaptado, já que a temática trânsito foi explorada no decorrer da história.
Depois, os alunos foram brincar e aprender na mini-cidade, montada na Rua Floriano Peixoto, em frente ao Matarazzo. Na ocasião, elas foram orientadas pelo diretor de educação no trânsito da Semav, Mauro de Mattos, Polícia Militar, representada pela cabo PM Mara Célia Borri Cadete, cabo PM Haroldo Magalhães Pardine e soldado PM Inaldo Guedes Serafim.
“Trata-se de um mini-circuito onde as crianças são orientadas sobre a sinalização e regras de trânsito, além de comportamento seguro enquanto pedestres. Todas informações que aprendem aqui propagam para os pais, amigos e parentes. Além disso, recebem o talão mirim de autuação, o que as motivam ainda mais a se atentarem ao comportamento dos adultos no trânsito”, diz Cadete.
Para a secretária municipal de Educação, Ondina Barbosa Gerbasi, que também participou, a educação tem que acontecer em todos os locais e segmentos da cidade. “Esse é o momento que tem que ser aproveitado para que o processo de ensino-aprendizagem realmente aconteça. A escola é sim muito importante para o processo de educação da criança, mas ações isoladas como estas contribuem ainda mais, já que elas têm condições de participarem, serem os atores das atividades. É uma forma lúdica de despertá-las para o aprendizado”, opina.
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do Portal Prudentino.
