Segunda-feira 1 de maio de 2018 | Presidente Prudente/SP

Especialista orienta cuidados da criança ao soltar pipa

Da Redação

Em 08/07/2010 às 10:30

O número de crianças soltando pipas durante as férias de julho aumenta devido às condições climáticas favoráveis, como céu claro e vento forte, mas um especialista alerta que é preciso atenção dos pais quanto aos riscos que a brincadeira pode causar.

Conforme o engenheiro de segurança da Caiuá, Vinicius de Oliveira Motta, a diversão de empinar pipa deve ser feita em locais abertos, como campos, parques e pastagens, porque próxima às redes de distribuição de energia elétrica pode levar a pessoa a ser eletrocutada. “Quando o papagaio fica preso nos fios da rede não deve tentar ser feita a retirada para evitar descarga elétrica, curto-circuito e a interrupção no fornecimento do serviço”, explica.

De acordo com ele, também para evitar o curto-circuito, a pipa não pode ser feita de material condutor de eletricidade, como, por exemplo, papel laminado e linhas metálicas, porque quando tocam em fios elétricos causam danos no fornecimento.

Além da preocupação com a fiação elétrica, as crianças precisam tomar cuidado com o uso do cerol, uma mistura de vidro e cola, com o objetivo de cortar a linha de outras pipas. Esse tipo de cortante pode levar a ferimentos graves e já ocasionou morte. Essa prática é proibida desde 2005 por uma lei estadual.

A atenção da criança é necessária para a brincadeira. "Tenha cuidado também ao atravessar ruas, brincar em lajes e muros. Muitos acidentes ocorrem nessas circunstâncias, quando você corre atrás de uma pipa pode cair, ou mesmo ser atropelado e se machucar gravemente”,  cita Motta.

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