Paulo Fernandes
Em 07/11/2009 às 12:04
Conforme informações da Semav, em 23 de dezembro de 2008 existiam 25.733 motocicletas em Prudente. Já em 28 de outubro deste ano os números subiram para 29.061, uma alta de 13%.
Dentre as quatro categorias de motocicletas, o triciclo obteve a maior alta, saltando de 859 em 2008 para 1.683 este ano, um aumento de 95,9%. O menor índice de crescimento foi o das motonetas – do tipo Bis –, que subiu de 3.680 para 3.749 (1,8%).
Já a ciclomoto, categoria que vai até 50 cilindradas, apresentou um aumento de 709 para 1.142 (61%). As motos tradicionais, definidas como motociclos, tiveram uma alta de 9,7%, saindo dos 20.485 em 2008 para 22.487 este ano.
Para os motociclistas, o maior problema encontrado é a quantidade de bolsões para estacionamento dos veículos no Centro. O farmacêutico Thiago Rodrigues, 30 anos, utiliza a moto para realizar serviço de banco e afirma ser difícil encontrar vaga para estacionar. “Toda vez que venho ao banco no Centro perco muito tempo procurando vaga e sempre estão cheias. Eu acho que poderia aumentar o número de vagas para as motos”, opina.
A vendedora Lúcia da Silva, 36 anos, também sofre com a falta de vagas. “A quantidade de vagas é muito pequena, hoje vim ao Centro e demorei quinze minutos para estacionar, já estava até desistindo, indo embora”, desabafa.
De acordo com o secretário Municipal de Assuntos Viários, Luiz Abel Gomes, a região central da cidade comporta hoje 520 vagas para motocicletas. Número, segundo ele, suficiente para a demanda. “A quantidade de vagas é considerada suficiente, o fluxo de motos nos estacionamentos do Centro é rotativo. O motoqueiro chega geralmente para fazer um seviço e logo já sai. Daí entra outro e assim vai”.
Brondi revela que, por enquanto, não há projetos para ampliação do número de vagas no Centro. “Não temos nenhum projeto que pretende aumentar o número de bolsões para motos”, afirma.
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