Da Redação
Em 10/05/2010 às 14:12
Um dos objetivos das atividades é conscientizar o público-alvo quanto aos riscos da doença. “Durante as visitas mensais, as informações e mensurações de pressão arterial se estendem aos demais funcionários não cadastrados no projeto”, afirma o professor Luiz Carlos Marques Vanderlei, coordenador do projeto. Os participantes do programa conversam com o público-alvo sobre prevenção e fatores de risco associados à doença, como hereditariedade, tabagismo, diabetes, consumo excessivo de sal, obesidade e sedentarismo. “Elas sempre me dizem para fazer mais atividade física, diminuir fritura, massas e doces. Mas eu melhorei e não foi só na pressão arterial. Tanto que, quando fui fazer exames pré-operatórios no mês passado, minha glicose estava em 98, sendo que há muito tempo ela não ficava em dois dígitos”, conta Suely Asami Takara Ferreira, funcionária que é atendida pelo programa. Entre os participantes, além do professor, há sete alunas. Elas realizam uma visita mensal de atividade laboral no ambiente de trabalho dos participantes. Além disso, aplicam questionários e coletam informações sobre hipertensão, fatores de risco e parâmetros entre toda a comunidade universitária. Para o professor, os resultados já são visíveis. “Os próprios funcionários da atendidos relatam mudanças na qualidade de vida a partir das orientações recebidas durante as visitas. Dessa forma, o acompanhamento periódico e as informações fornecidas aos participantes vêm conscientizando esses indivíduos sobre a importância das mudanças nos hábitos de vida e dos perigos que a doença pode oferecer.”
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