Thiago Ferri
Em 08/06/2010 às 10:54
Dentre as oito regionais que promoveram a ação, a de Prudente foi a que apresentou o maior índice de erros: dos 10 lotes analisados, quatro apresentaram alguma falha.
Em São Paulo, foram verificados 20 lotes e encontrado um erro numa embalagem de doce de amendoim. Enquanto Ribeirão Preto, dos 10 tipos de produtos avaliados, dois apresentaram erros, ambos com embalagens de doces mais leves do que o indicado. Já em São José do Rio Preto foram 11 lotes analisados e um erro constatado: embalagens de doce com menos peso que o indicado.
No caso específico de Presidente Prudente, conforme o delegado regional do Ipem, Thirso Aparecido Marconi, foram analisados dez tipos de produtos em relação à quantidade das embalagens e também quanto à forma de indicação, ou seja, tamanho da letra, contraste e legibilidade. “Recolhemos os produtos nos pontos de vendas e levamos para o laboratório onde fazemos as análises, dentre elas e de pesagem e contagem das unidades”, cita.
Das que apresentaram erros, a bombinha traque Pica-Pau (40 unidades) teve cinco embalagens das 32 analisadas com falta de produto, a maior delas foi cinco unidades. Já os estalos de salão Classe A Tuiuiú, que deveria ter 50 unidades, apresentou em média uma unidade a menos em cada uma das 32 embalagens analisadas.
Treze das 32 embalagens do Traques Tuiuiú (40 unidades) apresentaram erros quantitativos, sendo que o maior deles foi a falta de 3 unidades. E das 14 embalagens das 32 analisadas dos Estalos Asteca (25 unidades), três tinham erros quantitativos, o maior foi a falta de três unidades.
As empresas autuadas devem tirar os produtos dos pontos de vendas e têm dez dias para apresentar defesa à Procuradoria Jurídica do Ipem-SP, que definirá a multa que varia de R$ 100 a R$ 50 mil, dobrando na reincidência.
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