Da Redação
Em 12/02/2010 às 12:43
Após participar do evento que inaugurou oficialmente as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) nessa quinta-feira (11), em Presidente Prudente, o ministro das Relações Institucionais Alexandre Padilha se reuniu com prefeitos da região. Na ocasião, o prefeito de Quatá e presidente do Consórcio Intermunicipal do Vale do Paranapanema (Civap), Marcelo Pécchio (PDT), o prefeito de Rancharia e presidente da União dos Municípios do Pontal do Paranapanema (Unipontal), Alberto César Centeio de Araújo (Iéia, do PSDB), e o prefeito de Lucélia e vice-presidente da Associação dos Municípios da Nova Alta Paulista (Amnap), João Pedro Morandi, fizeram suas reivindicações junto ao governo federal.
O presidente do Civap pediu que os royalties do pré-sal sejam divididos entre todos os municípios brasileiros, inclusive aos da região, a exemplo do Fundo de Participação do Município (FPM). Também pediu agilidade na liberação de emendas parlamentares para recursos financeiros provenientes da esfera federal, sejam depositados na conta dos municípios.
O presidente da Unipontal fez os mesmos pedidos, acrescentando “que o governo federal libere os recursos do PAC II antes do período eleitoreiro”. “Precisamos de atenção do governo para mudar a cara da nossa região que a é a segunda mais pobre do Estado de São Paulo. Apesar disso, somos uma região promissora. Precisamos acabar com o estereótipo de que aqui só tem presídios e violência”, ressaltou Iéia.
Representando o prefeito de Junqueirópolis Osmar Pinatto (atual presidente das Amnap), o chefe do Executivo de Lucélia voltou a pedir agilidade na votação da regulamentação da Emenda Constitucional nº 29 (EC 29) e agilidade no processo da reativação no transporte ferroviário de carga na Nova Alta Paulista. “Queremos também investimentos na área do Turismo. A Nova Alta Paulista tem potencial para fomento do setor, a exemplo de Panorama”, disse Morandi.
Em resposta, Alexandre Padilha disse aos prefeitos que o ano de 2009 “foi muito difícil”, tendo em vista os reflexos da crise econômica mundial deflagrada em meados de outubro de 2008. “Apesar dos desafios, o governo ainda conseguiu repassar, mesmo em meio à crise, R$ 2 bilhões para os municípios. Este ano vai ser melhor. Estaremos dando agilidade na liberação de emendas, seja em empenho ou financeiro”, disse.
No término da audiência, a equipe do ministro recolheu todas as solicitações formalizadas por prefeitos, para análise posterior.
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