Da Redação
Em 12/03/2010 às 12:17
A proposta é treinar pessoas para desenvolverem estes serviços e produtos que serão destinados às comunidades locais, como nos assentamentos. Foram apresentadas sugestões como utilização destes produtos para terapia alternativa incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS) e futuramente na venda destes produtos para empresas.
Para conhecer um projeto do segmento, a farmacêutica e representante do Programa Farmácias Vivas de Fortaleza, Marize Girão dos Santos, apresentou o programa realizado em Fortaleza deste 1991. Ela frisou que um projeto como este deve ser desenvolvido com parcerias entre os poder público, universidades, técnicos, agrônomos e farmacêuticos, atendendo o perfil de cada comunidade local.
“Por exemplo, uma planta que utilizamos lá, talvez não seja conhecida pelas pessoas desta região. Tudo deve ser adequado ao local, ao fácil cultivo e manejo desta comunidade.”
Estiveram presentes na reunião lideranças da região, representantes das prefeituras de Teodoro Sampaio, Mirante do Paranapanema, Rosana e Euclides da Cunha, além da consultora do Ministério da Saúde na política nacional de humanização, Stela Maris Chebli, e o consultor do Ministério da Saúde na atenção básica Ângelo Giovani Rodrigues.
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