Segunda-feira 1 de maio de 2018 | Presidente Prudente/SP

Mussarela e ovos de codorna de origem duvidosa são apreendidos

Da Redação

Em 20/04/2010 às 12:32

Trabalho conjunto do Serviço de Inspeção Municipal (SIM) e Vigilância Sanitária resultou na apreensão de aproximadamente 60 quilos de queijo, além de mais de 4,5 quilos de ovos de codorna em conserva, em Presidente Prudente.

A quantidade, segundo a médica veterinária e diretora do SIM, Maria de Lourdes Mussa, foi encontrada armazenada adequadamente em um mini-mercado situado em um bairro da zona norte do município. De acordo com ela, os produtos não apresentavam identificação de origem e nem o selo de inspeção na embalagem, o que leva a crer que a procedência do produto era de origem duvidosa ou clandestina.

Conforme explica a diretora do SIM, se tais produtos não têm procedência, não dá para saber quem os fabricou, as condições de armazenamento e manipulação do queijo, de temperatura na hora em que ele foi transportado, com que tipo de leite foi produzido, se pasteurizado ou não.

A apreensão ocorreu por volta das 16h dessa segunda-feira, após o Serviço de Inspeção Municipal realizar uma vistoria de rotina no estabelecimento e verificar a irregularidade. “Se o produto não foi inspecionado por um dos órgãos competentes, seja ele federal [Serviço de Inspeção Federal – SIF], estadual [Serviço de Inspeção do Estado de São Paulo – Siesp] ou mesmo municipal [SIM], ele precisa ser retirado do mercado. Foi o que fizemos. Foi feito um auto de apreensão dos produtos recolhidos e o proprietário advertido apenas, já que esta foi a primeira vez que encontramos irregularidade no estabelecimento. Numa próxima vez, ele poderá ser punido”, explica. Tal punição vai desde multa de R$ 653,76,, podendo dobrar em caso de reincidência, até interdição do local.

Segundo Maria de Lourdes, o produto era vendido com o menor preço da concorrência e tinha como público consumidor, em sua grande maioria, presos de bom comportamento que prestam serviços dentro de unidades prisionais da região e são remunerados financeiramente.

“Já sabíamos que o mini-mercado também comercializava para a população carcerária, mas até então era feito tudo dentro da regularidade. Desta vez, durante uma outra visita de rotina, descobrimos que os produtos sequer apresentavam nota fiscal”, encerra, salientando que a quantidade apreendida  foi destinada para condenação em um frigorífico da cidade.

Serviço

Quem quiser denunciar casos do gênero ao SIM, pode fazer nos telefones da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, (18) 3918-4200, e da Vigilância Sanitária, 3226-0920. O serviço 156, oferecido pela Prefeitura, também recebe este tipo de denúncia.

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Telefone: 18-98122 7428

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