Da Redação
Em 22/03/2010 às 17:25
A diretora Procon de Presidente Prudente Ana Paula Setti informa que até a tarde desta segunda-feira (22), 62 pessoas se inscreveram para a palestra "O fornecedor e o Código de Defesa do Consumidor", que será realizada nessa quarta-feira (24), a partir das 19h, no auditório do Centro Cultural Matarazzo.
“Estamos aguardando no mínimo 100 pessoas, sendo que o prazo para os interessados se inscrever no site [clique aqui] se encerra hoje. Mas como na hora também estaremos abrindo inscrições para aqueles que não conseguirem se cadastrar no site, é possível que o público passe de 100 pessoas”, adianta.
A palestra, segundo a diretora do Procon, tem como principal objetivo esclarecer a comerciantes e fornecedores as legislações vigentes relacionadas ao tema, bem como orientá-los para que atuem dentro da legalidade visando a harmonia entre as partes envolvidas na relação de consumo (fornecedor x consumidor).
O tema será discorrido pelo assistente de direção da Diretoria de Estudos e Pesquisas da Fundação Procon-SP, Diógenes Donizete Silva. O evento, organizado pela unidade municipal do Procon, conta com as parcerias da Prefeitura, Associação Comercial e Empresarial (ACE) do município, Sindicato Patronal do Comércio da Alta Sorocabana (Sincomercio), Associação dos Lojistas do Prudenshopping e administração do Prudente Parque Shopping.
Além da palestra, que deve fechar o ciclo de atividades iniciadas na Semana de Defesa do Consumidor, Setti também faz um balanço quanto às atividades realizadas na semana passada, citando, por exemplo, a instalação do Núcleo Regional do Procon na cidade – que vai priorizar fiscalizações em 96 municípios das regiões de Prudente e Araçatuba – e às dúvidas mais freqüentes de consumidores que procuraram o atendimento oferecido pelo órgão e a Associação Brasileira dos Consumidores e Mutuários (Abcom), em trailer disponibilizado na última quinta e sexta-feira, na Praça Nove de Julho.
“Por incrível que pareça, a telefonia fixa e móvel lideraram a lista dos setores mais criticados, principalmente os contratos referentes a modens portáteis, firmados com operadoras de telefonia móvel. Em segundo plano, aparecem as dúvidas quanto às questões financeiras, como tarifas bancárias e boletos de quitação para financiamento”, revela.
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