Da Redação
Em 08/02/2010 às 15:56
O presidente da Associação dos Vigias, Agentes de Segurança Comunitária e Guardas Noturnos de Presidente Prudente (Assovigi), Maudslay Israel Alves, esteve na manhã desta segunda-feira (8) no gabinete do Paço Municipal para apresentar ao prefeito Milton Carlos de Mello (Tupã) a proposta do projeto de inclusão social, cultural e desportiva da entidade para este ano. A iniciativa tem apoio da comunidade evangélica Excelência e como parceiros profissionais da Infosystens Informática e o produtor musical Jesiel Ricardo de Deus.
Atualmente, a iniciativa atende cerca de 20 pessoas carentes, entre crianças e adultos com idades de 12 a 25 anos, moradoras do Jardim Cambuci e adjacências. Aulas de informática, futebol, teatro, entre outras são oferecidas. Porém, a meta é ampliar esse atendimento visando contemplar ao menos 200 pessoas.
O objetivo, segundo ele, é oferecer oportunidades aos atendidos por meio de cursos de qualificação profissional. “Queremos instruí-las e melhorar o nível cultural, social e intelectual de cada uma delas, visando lhes oportunizar uma formação complementar, para que na hora em que saírem em busca de uma vaga no mercado de trabalho, consigam com mais facilidade”, adianta.
Na reunião, o diretor geral do projeto levou 10 crianças contempladas com o projeto, além de três profissionais voluntários na área da informática, para mostrar ao chefe do Executivo os resultados do projeto. Ele aproveitou a oportunidade para solicitar junto ao poder público municipal incentivo e um espaço específico para prática das atividades desenvolvidas no projeto – atualmente, as atividades ocorrem nas dependências do projeto Criança Cidadã. Tupã se comprometeu a analisar o projeto e posteriormente conversar com a secretária da Assistência Social, Regina Helena Penati Cardoso, sobre a viabilidade quanto à questão. “Vamos ver no que conseguimos colaborar. O que estiver ao nosso alcance, vamos fazer”, disse.
O presidente da Câmara Municipal Izaque Silva (PSDB), que também se fez presente na reunião, reforçou a seriedade do projeto. “Sabemos que na nossa região pessoas nessa faixa etária [12 a 25 anos] não têm muita perspectiva de vida quando oportunidades não lhes aprecem. Essa proposta é interessante porque vem de encontro com aquilo que nos interessa, que é inserir o jovem no mercado de trabalho”, completou.
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