Maycon Morano
Em 11/06/2010 às 16:41
Brondi afirma que o pedido de R$ 2,88 apresentado pelas empresas Transporte Coletivo de Presidente Prudente (TCPP) e Pruden Express é um custo alto que “imediatamente” o prefeito, Milton Carlos de Mello (Tupã), “estará contra”. “Eu posso afirmar isso porque eu conheço as suas convicções”, pontua Brondi.
Para chegar a esta tarifa, as empresas montaram uma planilha que foi apresentada para a Semav que, por sua vez, elabora a seu próprio estudo, como explica o secretário. “Embora não esteja concluída, ela tem margeado a tarifa em torno de R$ 2,50 a R$ 2,60.”
A planilha é criada a partir do fluxo de passageiros transportados na cidade, coloca o diretor da TCPP, Oracy Pinheiro. “Além disso, nossa tarifa está defasada desde 2006, porque se jogarmos apenas a inflação desse período, a tarifa teria que ser de R$ 2,71. Mas no último reajuste [28 de março de 2009], quando foi para os atuais R$ 2,20, teria que ter mudado para R$ 2,43.”
Porém, o secretário da Pasta diz que o índice de pessoas não é o único fator de análise. “Por obrigação, nós temos que considerar toda a situação econômica de mercado e fazer um comparativo dos dados. Temos que olhar os índices de inflação, de aumento de salário, uma série de coisas, para poder, então, a administração pública defender o interesse da população e, ao mesmo tempo, cumprir com a obrigação contratual que é manter o equilíbrio econômico financeiro deste”, cita.
Brondi lembra que a planilha está em processo final de criação. “Ela está quase concluída e no início da próxima semana estará nas mãos do prefeito para orientá-lo a respeito da avaliação e da análise feita pela Semav”, explicou o secretário.
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