Paulo Fernandes
Em 25/03/2010 às 16:13
O Sindsaúde representa servidores estaduais da saúde de 45 cidades da região, abrangente pelo Departamento Regional de Saúde (DRS-11).
Na próxima quarta-feira (31) será realizada uma assembleia na Secretaria Estadual de Saúde, com o objetivo de analisar as possibilidades de paralisação. Quarenta servidores da região devem seguir para a Capital para participar do ato. Segundo o diretor regional do sindicato, Agenor Carvalho do Nascimento, caso não seja apresentada nenhuma proposta do governo do Estado, a categoria entrará em greve por tempo indeterminado.
De acordo com ele, o Estado não cumpriu com o acordo estabelecido para os servidores em dezembro do ano passado. De acordo com ele, “até o momento não houve nenhuma manifestação por parte do Estado, demonstrando interesse em solucionar o problema”.
Na manhã desta quinta-feira (25) uma paralisação de duas horas foi realizada na sede do DRS-11, no Instituto Adolfo Lutz, na Vigilância Sanitária e também Vigilância Epidemiológica estaduais. Na quarta-feira (24), outra paralisação, com o mesmo período, ocorreu no Hospital Estadual de Prudente.
Conforme Nascimento, a data-base da categoria foi no último dia 1º de março. Na ocasião, o sindicato encaminhou as reivindicações ao governo. Além do plano de carreira, no qual já era para ser concedido, consta na pauta a reposição de 40% no salário, congelado há quatro anos, além da igualdade do prêmio sentido, benefício conquistado na gestão do então governador Mario Covas.
“Um auxiliar geral recebe de benefício R$ 180, todo o dia 25 de cada mês. Um diretor de unidade recebe R$ 5 mil. É preciso um aumento significativo ao nível mais baixo”, afirma o diretor regional do Sindsáude.
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