Da Redação
Em 03/03/2010 às 11:15
A Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo (Fequimfar), que é filiada à Força Sindical, iniciou nessa terça-feira (2), em Marília, o seminário de negociação coletiva. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Química, Farmacêutica e Fabricação de Álcool de Presidente Prudente e Região (Sindiálcool), Antônio Mendes Neto, participa do evento.
No encontro, que termina nesta quarta-feira (3), estão reunidos cerca de 70 dirigentes sindicais, representando 11 sindicatos filiados à Fequimfar, inclusive com dirigentes sindicais do Paraná e Rio Grande do Sul. No evento, os dirigentes pertencentes ao setor de fabricação de álcool combustível no Estado de São Paulo e a Fequimfar, iniciam as primeiras discussões referentes à campanha salarial da categoria, que tem como data base 1º de maio.
Entre outros itens, será deliberada uma pré-pauta de reivindicações da categoria, que incluem a recuperação das perdas salariais e aumento real, reajuste salarial, piso salarial, Participação nos Lucros e Resultados (PLR), redução da jornada de trabalho, igualdade de oportunidades, melhoria nas condições de saúde e segurança, e os avanços nas cláusulas sociais.
Segundo o presidente da Fequimfar e primeiro-secretário da Força Sindical Nacional, Sergio Luiz Leite, a Fequimfar, juntamente com seus sindicados filiados, representa mais de 30 mil trabalhadores no setor sucroalcooleiro, abrangendo várias regiões do Estado de São Paulo.
“É preciso unir as forças dos sindicatos em torno das necessidades em nível estadual e se necessário nacional. Assim, teremos melhores condições de negociação e principalmente, avançaremos em questões fundamentais como as clausulas sociais, em especial a saúde e segurança do trabalhador, uma melhor qualificação profissional, além das questões salariais”, diz ele.
Também presente no seminário, o presidente do Sindiálcool de Prudente e região, Antônio Mendes Neto, afirma que “é fundamental este trabalho de união em torno de objetivos comuns bem definidos, pois, assim, o trabalhador se sentirá realmente representado frente aos interesses patronais e será mais respeitado nos diversos segmentos do setor sucroalcooleiro”.
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