Da Redação
Em 24/05/2019 às 12:20
Por meio de um repertório com músicas de diversas partes da África, o grupo revela a alegria e a riqueza cultural trazidas para o Brasil
(Foto: Adriana Queiroz)
Show com ritmos africanos, contação de história em cordel e espetáculo circense são algumas das atividades que compõem a programação deste fim de semana do Sesc Thermas de Presidente Prudente. Nesse sábado (25), a banda Bomoko sobe ao palco do Múltiplos Sons a partir das 16h, de graça.
Formada por músicos e cantores refugiados do Congo e Angola, Bomoko nasceu da união dos artistas, em razão do projeto carioca Música no Museu, em 2017, para um evento que celebrava o Dia Mundial do Refugiado.
Por meio de um repertório com músicas de diversas partes da África, o grupo revela a alegria e a riqueza cultural trazidas para o Brasil, além da união por um amor comum: a música. União que também está presente no nome; “Bomoko” em Lingala, a língua do Congo, significa “união, unidade”.
A banda é composta por Santos Nguibi Ekwa (guitarra e voz), Rachel Mabuel Maduda (voz), Sandra Muluila Ntumba (voz), Christine Kamba (bateria), Sadi Ngangu Za Nzambi (bateria), Popaul Kafishi Lukanda (teclado) e Dino Mundabi Mbuku (baixo).
O grupo se apresenta na área de convivência, a partir das 16h.
Crianças
O Quintal de Histórias de sábado apresenta a "Literatura de Cordel e Os Contos Populares", com Moreira de Acopiara. O poeta faz a contação às 15h, encerrando o mês dedicado à literatura de cordel.
Com os versos melodiosos e cadenciados do gênero literário, esta apresentação ressalta elementos da cultura popular brasileira, mostrando seus costumes e suas tradições. A proposta é motivar os participantes a descobrir o universo do cordel e da cultura brasileira.
Já no domingo (26) o público conhece a história de Capivara e Fiofó, dois palhaços nada convencionais, que tocam seu pequenino circo a bordo de uma Kombi. No comando de um picadeiro improvisado, revelam acrobatas internacionais, malabaristas dançantes e uma besta fera selvagem. O espetáculo do Arte em Cena tem início às 15h, na área de convivência e é conduzido pela Cia Pé de Cana.
Em seguida, às 16h, é a vez de colocar o corpo pra mexer com a oficina de "Malabares e Acrobacias Solo". A prática, que integra o Brincando com Arte, proporciona aos participantes uma experimentação básica relacionada a técnicas e habilidades circenses.
Do 13 ao 20: (Re)Existência do povo negro
O projeto institucional que engloba ações que objetivam o fortalecimento e o reconhecimento da cultura negra oferece, neste sábado, uma oficina e uma demonstração.
O pandeiro é um instrumento de percussão que no Brasil ganhou notoriedade como acompanhamento no samba e na capoeira. Com a oficina Confecção de Pandeiro, o público tem a oportunidade de confeccionar o seu e aprende alguns toques e afinação.
Ela acontece das 9h às 14h, no quiosque, e conta com vagas limitadas. Sob classificação etária de 12 anos, as inscrições são feitas gratuitamente na central de atendimento.
Das 14h às 15h, Ednilson Molejo e Angoleiros do Sertão conduzem o Samba de Roda. Esta manifestação da cultural popular brasileira comum ao povo negro envolve ritmo, história, cultural corporal, musicalidade e relações interpessoais.
Nesta apresentação, o público conhece e vivencia seus movimentos e ritmos próprios. É no quintal da unidade e de graça.
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