Segunda-feira 1 de maio de 2018 | Presidente Prudente/SP

Alimentos e produtos de limpeza provocam inflação em mercados de PP

Da Redação

Em 30/10/2023 às 16:08

Seguindo a tendência, os alimentos estão 4,39% mais caros, em média

(Foto: Arquivo/AI)

Os preços dos produtos nas prateleiras de sete supermercados de Presidente Prudente voltaram a subir. É o que mostra mais uma pesquisa feita pelo Índice de Preços Toledo (IPT), que aponta inflação de 4,53% na cesta básica.

De acordo com o levantamento, os maiores vilões foram os alimentos e itens de limpeza. A cesta básica saltou de R$ 900,07 para R$ 940,87 no último dia 25, em relação ao resultado da segunda quinzena do mês anterior. 

O grupo formado por artigos de limpeza apresentou uma inflação de 9,92%, com destaque para a água sanitária (1l) e o desinfetante (fragrância pinho/500ml); aumento de 29,37% e 18,11%, respectivamente. 

Seguindo a tendência, os alimentos estão 4,39% mais caros, em média. É o caso do quilo da cebola, que teve alta de 81,83%. Em seguida, o quilo da batata: 22,60% mais caro ao consumidor prudentino. 
 
Por fim, itens de higiene pessoal sofreram inflação de 2,03%, com o shampoo (340-350ml) puxando a fila ao apresentar alta de 10,52%. O creme dental (90g) subiu 9,70%. 

Alguns produtos apresentaram considerável diferença de preços entre os locais pesquisados, como ocorre com a margarina (500g), que variou entre R$ 2,69 e R$ 8,99, resultando numa diferença de 234,20%. 

Sobre o IPT     

O Índice de Preços Toledo tem o objetivo de apresentar um índice de inflação local, considerando os grupos de consumo da população prudentina. Criado em 2006, a pesquisa apresenta a seguinte metodologia: o resultado gerado na primeira quinzena do mês atual é correlacionado com a primeira quinzena do mês anterior. 

Seguindo a mesma ideia, a segunda quinzena do mês atual é comparada à segunda quinzena do mês anterior. É efetuado dessa forma devido aos preços dos produtos ofertados nos supermercados, que podem variar de acordo com diferentes estratégias de precificação dos varejistas, localização das lojas e comodidades oferecidas ao consumidor, mas que no final, acabam variando com maior frequência quinzenalmente. 

Em função disso, constantemente, a primeira quinzena do mês apresenta um valor diferente da segunda quinzena do mesmo mês. 

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