Segunda-feira 1 de maio de 2018 | Presidente Prudente/SP

Após nove anos, Instituto Federal de Educação assina portaria para atividades em PP

Da Redação

Em 10/06/2022 às 21:37

Prédio que abrigou escola municipal fica em frente ao Aeroporto Adhemar de Barros

(Foto: Arquivo/Secom)

Com reforma que custou R$ 2,5 milhões aos cofres públicos em 2013, o prédio da antiga Escola Municipal Nilma Jorge, em frente ao Aeroporto Adhemar de Barros, enfim, deverá receber uma unidade do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP). A portaria de funcionamento do campus em Presidente Prudente foi assinada em ato nesta sexta-feira (10).

Após a Câmara Municipal aprovar a doação do imóvel ao órgão, o IFSP refugou ao plano de implantar a unidade na cidade em 2014. Agora, porém, promete levar adiante o projeto ao anunciar a oferta inicial de pelo menos 800 vagas entre ensino médio e ensino superior.

"Hoje, o projeto se consolida com a assinatura da portaria. O Instituto Federal, agora, é uma realidade para o município, com oferta inicial de pelo menos 800 vagas entre ensino médio e ensino superior para formação inicial e continuada, que beneficiará toda a região", promete o reitor do IFSP, Silmário Santos.

A assinatura da portaria contou com a presença do prefeito Ed Thomas (PSB), do ministro da Educação, Victor Godoy, e do assessor especial da Presidência da República, Mosart Aragão Pereira.

Foto: Clayton Santos| Prefeitura PP

“Prudente ganha um Instituto Federal por meio de um trabalho em conjunto, articulado pela prefeitura, com apoio da reitoria, que levará boas oportunidades aos jovens de todo o entorno. É o desenvolvimento por meio da educação”, diz o ministro.

Segundo a Prefeitura, o prédio já passa por adequações para receber os alunos.

Queria outro local

Em 2020, durante as tratativas para retomar a implantação da unidade, o instituto apontou a insatisfação com a área em frente ao Aeroporto Estadual ‘Adhemar de Barros’ diante de um parecer negativo emitido pelo Departamento de Estradas Rodagens (DER) por conta da localização e do projeto. 

A ideia era encontrar um novo espaço por meio de termo de cooperação com o município. Ao mesmo tempo, devolver o prédio doado via cessão uso. 

A reviravolta começou em abril do ano passado, quando Ed Thomas insistiu com os dirigentes do órgão para a implantação do campus no prédio da antiga escola.

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