Da Redação
Em 15/08/2023 às 19:35
Serão 40 novas consultas por mês, entre atendimentos, exames, cirurgias e internações
(Foto: Cedida/AI)
Nas próximas semanas, o Hospital de Esperança (HE) de Presidente Prudente aumentará o número de atendimentos a pacientes oncológicos. A melhora na oferta de serviços à população ocorre diante do repasse de R$ 30 milhões realizado pelo Governo do Estado de São Paulo.
Segundo o diretor-presidente do HE, Francelino Magalhães, o convênio foi uma promessa realizada pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) ainda durante campanha eleitoral, no ano passado.
“Em janeiro deste ano, a diretoria do HE iniciou as tratativas com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, por meio do secretário [estadual] Eleuses Paiva, para firmar o contrato que viabilizaria a ampliação de atendimentos na instituição. Dessa maneira, em fevereiro, Tarcísio e Eleuses comunicaram a liberação de 12 parcelas de 2,5 milhões de reais ao hospital oncológico”, explica.
A partir de então, o Hospital de Esperança iniciou as tratativas necessárias para a liberação do valor acordado, com o envio de documentos para os órgãos responsáveis. A primeira parcela foi creditada no dia 31 de julho. Dessa forma, na instituição iniciou a contratação dos profissionais necessários para a ampliação dos atendimentos oncológicos.

“Enfatizamos que deixamos que a informação oficial para a imprensa fosse noticiada por meio do governador e do secretário de saúde. Aproveitamos também para agradecer e enaltecer a importância do cumprimento do compromisso firmado por Tarcísio e Eleuses. Com esse convênio, aumentaremos em até 60% o nosso volume de atendimentos”, pontua o diretor-presidente.
Segundo ele, serão 40 novas consultas por mês, entre atendimentos, exames, cirurgias e internações. "Cabe ressaltar que, durante o tratamento oncológico, cada paciente fica vinculado em torno de cinco anos ao hospital", diz.
O Pronto Atendimento voltará a funcionar a partir de 1º de setembro, porém, atendendo apenas pacientes do HE. "Os atendimentos na UTI Pediátrica não estão dentro do convênio, desta forma, o setor ainda permanecerá sem funcionar, visto ser necessário cerca de R$ 400 mil por mês para o custeio desse serviço", finaliza.
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