Segunda-feira 1 de maio de 2018 | Presidente Prudente/SP

Começa primeira etapa de vacinação contra febre aftosa

Da Redação

Em 01/05/2022 às 19:41

Após a vacinar o gado, o criador deve comunicar o órgão oficial de Defesa Agropecuária

(Foto: Wenderson Araújo/Trilux)

Neste domingo (1°), começa a primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a febre aftosa de 2022. Com a medida, deverão ser vacinados bovinos e bubalinos na maioria dos Estados. 

Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), 107 milhões de animais devem ser imunizados nesta primeira fase da campanha. As vacinas devem ser adquiridas pelos produtores rurais em revendas autorizadas e mantidas entre 2°C e 8°C até o momento da aplicação.

Após a vacinar o gado, o criador deve comunicar o órgão oficial de Defesa Agropecuária ou por meio do sistema informatizado Gedave.

É necessário ainda declarar todo o rebanho bovídeo e os animais de outras espécies existentes nas propriedades, incluindo os equídeos (equinos, asininos e muares), suídeos (suínos, javalis e javaporco), caprinos, ovinos e aves (granjas de aves domésticas, criatórios de avestruzes).

A vacinação é obrigatória.

Qualidade na hora de vacinar o gado

Para garantir uma boa vacinação, o criador deve observar os seguintes cuidados:

Adquirir vacina somente em estabelecimentos cadastrados pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária. A legislação proíbe a o uso de vacinas contra a febre aftosa adquiridas em etapas de vacinações anteriores.

A vacina deve ser mantida refrigerada, entre 2ºC e 8ºC, tanto no transporte como no armazenamento, usando para isso uma caixa de isopor, com no mínimo dois terços de seu volume em gelo. A vacina não deve ser congelada.

Escolher o horário mais fresco do dia para realizar a vacinação.

Vacinar de preferência no terço médio do pescoço (tábua do pescoço). Independente da idade, a dose é de 5 ml de vacina. A vacinação é obrigatória para todos os bovinos e bubalinos com até 24 meses.

Usar seringas e agulhas higienizadas, sem o uso de produtos químicos (nem álcool, nem cloro).

Substituir a agulha com frequência, para evitar infecções.

Manter os frascos da vacina resfriados durante a operação.

Classificar os animais por idade (era) e sexo, para evitar acidentes durante a vacinação.

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