Com custo de R$ 10 milhões, nova etapa tem prazo de conclusão de 18 meses
Da Redação
Em 22/05/2026 às 16:02
Ao todo, serão gastos R$ 12,4 milhões na revitalização do equipamento público, que segue fechado desde a pandemia
(Foto: Arquivo/Rogério Mative)
Nesta sexta-feira (22), foi assinada a ordem de serviço para a segunda fase das obras de revitalização do Parque Aquático da Cidade da Criança de Presidente Prudente. A nova etapa será executada de forma simultânea com a primeira fase, que teve início em novembro do ano passado. Ao todo, serão gastos R$ 12,4 milhões na revitalização do equipamento público, que segue fechado desde a pandemia.
O investimento anunciado para esta etapa será de R$ 9.998.150,84 e contempla uma ampla modernização da estrutura do espaço turístico e de lazer.
A segunda fase inclui a revitalização das piscinas que não fazem parte da primeira etapa, substituição completa da parte elétrica, instalação de novas bombas, melhorias hidráulicas, reforma da portaria, restaurante, estacionamento, banheiros e vestiários, além de pintura interna do parque e recapeamento da via que circunda o complexo.
“Reabrir esse espaço é um motivo de orgulho para mim, pois tive a oportunidade de inaugurá-lo e agora trabalhamos para reabrir. A ordem expedida hoje significa que as empresas vão trabalhar juntas dentro do parque, e eu vou fazer questão de fiscalizar para que a gente chegue na reabertura”, promete o prefeito Milton Carlos de Mello (Tupã).
A empresa responsável pela segunda etapa, a Macor Engenharia construções e comércio LTDA.
Primeira etapa ainda em andamento
Segundo a Prefeitura, a primeira fase ainda não foi concluída. Desta forma, a Macor atuará em conjunto com a Engemais Empreendimentos e Participações Ltda., responsável pelas obras iniciais.
A primeira fase contempla a recuperação das piscinas, revitalização dos toboáguas e escorregadores, reforma do bar molhado e melhorias estruturais como banheiros, guarda-volumes, praça de alimentação e nova iluminação. Também estão previstos reparos nos muros de contenção e pintura geral do espaço.
Nesta etapa está ainda a implantação do sistema de retrolavagem, exigência da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). O processo consiste em inverter o fluxo da água nos filtros das piscinas, geralmente de areia, para remover impurezas e permitir o reaproveitamento da água limpa, uma medida sustentável e importante para o funcionamento do parque.
O valor deste contrato é de R$ 2,4 milhões.
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