Segunda-feira 1 de maio de 2018 | Presidente Prudente/SP

Iamspe começa recadastramento; beneficiários seguem 'orfãos' em Prudente

Da Redação

Em 02/09/2025 às 15:49

Desde que a Santa Casa deixou de atender, quem depende de algum serviço precisa se deslocar para São Paulo ou enfrentar as longas filas nos hospitais públicos

(Foto: Arquivo)

O Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe) iniciou o recadastramento de usuários. Serão atualizados dados de servidores ativos e aposentados, bem como de seus beneficiários. O objetivo é atualizar a base de dados da instituição, mapear o perfil dos usuários e monitorar e avaliar os serviços prestados. Contudo, servidores ativos e aposentados seguem 'órfãos' em Presidente Prudente, sem hospitais credenciados para atendimento à categoria.

O recadastramento Iamspe é obrigatório para os servidores ativos e aposentados vinculados aos órgãos setoriais e subsetoriais. O processo de recadastramento do Iamspe será totalmente digital por meio do aplicativo “Iamspe Digital” e pelo “Portal do Beneficiário” no site do instituto.

Os titulares do convênio deverão atualizar os seus dados pessoais e de seus dependentes. O login nas plataformas é feito a partir da conta Gov.br.

Será inativado

Caso o titular deixe de concluir o recadastramento no período proposto -  até 31 de outubro -, o vínculo com o Iamspe será considerado inapto. A regularização deverá ser feita no RH da unidade em que o profissional trabalha; não é informado o local para aposentados.

Sem atendimento

Há anos, aposentados e servidores ativos sofrem para a realização de exames, internações e cirurgias em Presidente Prudente. Desde que a Santa Casa deixou de atender, quem depende de algum serviço precisa se deslocar para São Paulo ou enfrentar as longas filas nos hospitais públicos.

Recentemente, uma aposentada de 78 anos teve que enfrentar a saga entre Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) e Hospital Regional. Quando conseguiu uma vaga no HR, permaneceu por vários dias no corregor devido a falta de leito diante da superlotação diária enfrentada pela unidade. 

E, após duas semanas de espera por um leito de UTI, teve seu quadro agravado e faleceu.

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