ROGÉRIO MATIVE
Em 02/03/2026 às 10:19
m fevereiro, foram míseros 90,6 mm em nove dias, algo extremamente atípico para o período
(Foto: Sérgio Borges/NoFoco)
Conhecidos historicamente por concentrar os maiores volumes de chuvas, os meses de janeiro e fevereiro apresentaram queda de volume em Presidente Prudente. Tal fato culminou na falta de 248,6 milímetros (mm), que seriam necessários para suprir a necessidade de água na capital do Oeste Paulista.
Os números são do professor doutor José Tadeu Garcia Tommaselli, do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp de Presidente Prudente, divulgados nesta segunda-feira (2).
A cidade registrou exatos 22 dias de chuvas, com acumulado de 283,8 mm. Cerca de 1/4 de todo o volume foi visto em apenas dois dias, de acordo com dados.
Na nova versão da sinopse climática, foram introduzidos os valores estimados de Evapotranspiração de Referência em milímetros. "Este parâmetro deve ser entendido, em linhas gerais, como o valor que deveria chover no mês para suprir todas as necessidades de água, ou seja, ausência de deficiência hídrica", explica. Ou seja, 248,6 mm faltantes.
Em fevereiro, foram míseros 90,6 mm em nove dias, algo extremamente atípico para o período.
Temperaturas
O mês de janeiro contou com equilíbrio na temperatura. A máxima registrada foi de 34.5ºC, enquanto que a mínima de 17.2ºC.
Já em fevereiro, as temperaturas registraram contrastes. A mínima foi de 17.9ºC, enquanto que a máxima bateu 36.7ºC - a maior temperatura do ano, até o momento.
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