Segunda-feira 1 de maio de 2018 | Presidente Prudente/SP

Prudente busca certificado de eliminação de transmissão vertical da Hepatite B

Da Redação

Em 13/07/2025 às 15:00

Atualmente, o município possui a certificação e a recertificação da eliminação de transmissão vertical do HIV

(Foto: Secom)

A cidade de Presidente Prudente busca conquistar o Certificado Nacional de Eliminação da Transmissão Vertical da Hepatite B. Para tal, uma equipe do Ministério da Saúde realizará visitas nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) nessa segunda-feira (14) e terça-feira (15)

Atualmente, o município possui a certificação e a recertificação da eliminação de transmissão vertical do HIV. Em 2024, quando certificada, foi uma das quatro cidades do país a receber o reconhecimento.

O coordenador do Programa DST/Aids de Presidente Prudente, Jefferson Saviolo, explica que o município preparou um relatório com todos os requisitos elencados pelo Grupo de Certificação, documento que já foi aprovado pela Comissão Estadual e, agora, é analisado pela Comissão Nacional.

“A visita técnica da Equipe Nacional de Validação faz parte do processo de certificação que Prudente está pleiteando, considerando as taxas de transmissão vertical dos anos de 2023 e 2024, que foram zeradas, portanto, nossas expectativas são positivas”, comentou Saviolo.

De acordo com o coordenador, a equipe coletará dados, acompanhará in loco o trabalho que é realizado pelo município, visitará duas unidades de Saúde e espaços da Secretaria de Saúde.

"Etapas que fazem parte do processo e que serão analisadas dentro do contexto. A previsão é de que a resposta da certificação seja concluída entre novembro e dezembro", pontua.

Sobre a transmissão vertical

A transmissão vertical ocorre quando a criança é infectada por alguma IST durante a gestação, parto e, em alguns casos, durante a amamentação. Todas as gestantes e seus parceiros sexuais devem ser investigados para IST durante o pré-natal e no momento do parto, especialmente para o HIV, sífilis e hepatites virais B e C. 

Ao mesmo tempo, devem ser orientados sobre as possibilidades de prevenção da transmissão vertical, bem como, sobre a possibilidade de riscos para a criança quando a gestante é infectada, especialmente de HIV/Aids, sífilis e hepatites virais B e C.

Para a hepatite B: 

    No pré-natal: realizar na 1ª consulta (de preferência no 1º trimestre da gestação).
    No parto: quando a gestante não fez a testagem no pré-natal ou quando a gestante não recebeu todas as doses da vacina contra hepatite B.
    Em situações de exposição de risco ou violência sexual.

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