Da Redação
Em 03/12/2025 às 17:27
Transmissão vertical ocorre quando a criança é infectada por alguma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) durante a gestação, parto ou na amamentação
(Foto: Arquivo)
A cidade de Presidente Prudente é mais uma vez destaque nacional na eliminação da transmissão vertical. Em cerimônia que ocorre nesta quarta-feira (3), em Brasília, a cidade foi novamente certificada como livre da transmissão vertical do HIV, pelo terceiro ano seguido, e conquistou ainda o selo bronze de boas práticas rumo à eliminação da transmissão vertical da hepatite B.
De acordo com o coordenador do programa IST/Aids, Jefferson Saviolo, que está na capital federal, apenas 59 municípios e sete estados brasileiros serão reconhecidos pelos trabalhos voltados ao combate à transmissão vertical na premiação deste ano.
“Não são apenas indicadores, são vidas que foram protegidas por meio de um trabalho sério estruturado da Secretaria de Saúde”, declarou Jefferson. O evento conta com a participação do Ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A entrega das certificações integra a programação do “Dezembro Vermelho” – mês de conscientização sobre HIV e aids – e ocorre num momento histórico: o ano que o Brasil alcançou as metas de eliminação da transmissão vertical de HIV e em que o Ministério da Saúde celebra 40 anos da resposta brasileira à aids.
Para receber a certificação, os municípios a serem certificados precisaram comprovar indicadores de impacto e de processo, manter bases de dados qualificadas e passar por validações da Comissão Estadual de Validação (CEV) e visitas da Equipe Nacional de Validação (ENV), as quais foram realizadas entre junho e setembro deste ano.
Transmissão vertical
A transmissão vertical ocorre quando a criança é infectada por alguma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) durante a gestação, parto ou na amamentação. Todas as gestantes e seus parceiros sexuais devem ser investigados para IST durante o pré-natal e no momento do parto, especialmente para o HIV, a sífilis e as hepatites virais B e C.
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