Da Redação
Em 09/02/2023 às 16:58
Somente o acostamento do sentido leste (interior-capital) segue interditado
(Foto: Cedida/AI)
Estão liberadas as faixas que seguiam interditadas na Rodovia Raposo Tavares (SP-270), no trecho entre os quilômetros 629 e 630, em Presidente Venceslau. Após nove dias, equipes de Engenharia e Operações da concessionária Cart concluíram a limpeza das pistas, a retirada do sedimento proveniente de propriedades lindeiras e a execução do sistema de contenção de detritos.
Somente o acostamento do sentido leste (interior-capital) segue interditado, para a continuidade dos trabalhos de conformação do canteiro lateral.
O local segue monitorado por câmeras com equipes operacionais de prontidão 24 horas. A inspeção de tráfego também é reforçada no local.
O sistema de contenção consiste em 18 metros de barreiras de concreto do tipo new jersey às margens da pista Leste (interior-capital), do lado das propriedades de onde ocorre a concentração de sedimentos com as águas das chuvas. Cinco carretas descarregaram 140 metros cúbicos de rachão (pedras) usados para reforçar a contenção do barro que vem a de cima.
Este componente, barreira rígida, funciona para amortecer e conter parte dos detritos antes de chegarem na rodovia. O sistema cumpre a função de reduzir a força das águas e segurar uma parcela do solo que ficará retido na primeira barreira.
Já o sistema feito de rachões vai funcionar como base de sustentação do aterro da pista. Seu objetivo é manter a estabilidade da plataforma da rodovia, mesmo com as chuvas, por ser um material drenante.
Avaliações preliminares do setor de engenharia indicam que o sistema preventivo para evitar novos derramamentos de lama no corredor rodoviário tem sido eficaz até o momento.
“Com este alto índice pluviométrico, o ponto da ocorrência recebe águas e sedimentos das áreas localizadas a montante. Reforçamos que, além das medidas da concessionária em curso para mitigar a situação, a manutenção das curvas de nível, a preservação de mata ciliar nas margens do curso da água e a manutenção constante dos barramentos nas propriedades lindeiras à rodovia, podem evitar o carreamento de solo para as pistas”, afirma Alexandre Boaretto, gerente de Engenharia.
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