Segunda-feira 1 de maio de 2018 | Presidente Prudente/SP

Câmara de PP pede para Senado analisar LOM e Regimento

Objetivo é atualizar a Legislação prudentina bem como as normas internas da Casa

Da Redação

Em 20/06/2011 às 08:34

(Foto: Arquivo)

O Senado Federal deverá analisar a Lei Orgânica do Município de Presidente Prudente, bem como o Regimento Interno da Câmara Municipal, além de realizar oficinas de capacitação na Casa e enviar uma equipe responsável para diagnóstico in loco dos trabalhos do Legislativo prudentino. O objetivo é atualizar a Legislação local bem como as normas internas, principalmente quanto à constitucionalidade.

A solicitação é da 15ª Legislatura, por meio de dois ofícios enviados pela presidente da Casa, vereadora Alba Lucena (PTB), na última sexta-feira (17). O documento é endereçado ao diretor da Secretaria Especial do Interlegis, no Senado Federal, em Brasília, Haroldo Feitosa Tajra.

“Esta oportunidade surgiu na última semana, quando uma comitiva da Câmara Municipal esteve em Araçatuba para um evento sobre o Programa Interlegis, do Senado. Na ocasião, o senhor Francisco Etelvino Biondo [diretor da Subsecretaria de Formação e Atendimento à Comunidade Legislativa] fez o convite para Prudente por sermos polo regional e o projeto ter a possibilidade de ser estendido para outras cidades”, lembra Alba.

Também participaram do evento em Araçatuba os vereadores Clóvis de Lima (PR), Kátia Guímaro (PSDB) e Oswaldo Bosquet (PSB); além do procurador jurídico Diego Ignácio Rossi Fernandes.

Durante palestra, Biondo afirmou que este trabalho é realizado em todo país. “Aplicamos essa capacitação em vários municípios brasileiros e encontramos diversos problemas com as Leis Orgânicas e Regimentos Internos, principalmente com a questão de constitucionalidade”, apontou, lembrando que a intenção não é encontrar erros, mas orientar as Casas Legislativas.

A requisição do Senado Federal para assessorar a Câmara de Prudente e eventualmente outras da região foi aprovada por unanimidade da sessão ordinária da última semana.

“Não tem custo nenhum. Todas as despesas são pagas pelo Senado e pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento [BID]. Os técnicos farão um diagnóstico e oficinas de aprendizado, tanto para vereadores, como para o corpo técnico da Casa”, conclui Alba Lucena. (Com assessoria de imprensa)

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