Da Redação
Em 23/02/2011 às 11:37
Sérgio Galvão diz que Santa Casa não dá conta dos atendimentos
(Foto: Arquivo)
Ao usar a tribuna da
Câmara de Presidente Venceslau na sessão desta semana, o vereador Sérgio Amaury
de Oliveira (PMDB) pediu a união dos partidos que compõem o Poder Legislativo
local para que a cidade possa ter um Ambulatório Médico de Especialidades (AME),
do governo do Estado.
O que teria motivado o
vereador a chamar todos seus pares para a causa é o atual estado em que se
encontra a Santa Casa loca. Para Galvão, desde 1983, na administração Tácito
Cortes, o hospital venceslauense vem recebendo verba e pouco ou quase nada
mudou no seu atendimento e aparelhamento.
“Desde essa época
ouvimos falar de verbas enviadas à Santa Casa por deputados e até hoje nada é
resolvido”, comentou.
Ele citou o problema
enfrentado pelo hospital quando recebe presos das duas penitenciárias
instaladas no município e de outras unidades da região. “Tivemos uma ocorrência
no último final de semana de um sentenciado que foi atendido na Santa Casa e
chegou a provocar desordem no local, gerando medo na população que ali estava à
espera de atendimento”, disse.
A vereadora Denise Erbella
(PT) disse ter mantido contato com o Ministério da Saúde, em Brasília,
solicitando uma verba que possa ser empregada na Santa Casa. “São dois ofícios
falando das necessidades da nossa Santa Casa e que destinem recursos para que
possa resolver estes problemas”, falou.
Ela chegou a comentar
que existe a possibilidade de a Santa Casa interromper o atendimento pelo Sistema
Único de Saúde (SUS) o que geraria mais problemas para a região.
“Presidente Venceslau
é sede da microrregião em se tratando de saúde no Pontal e sua paralisação no
atendimento do SUS poderá gerar um grande transtorno tendo em vista que se
trata do único hospital para atender a região”, comentou.
Tufy Jr (PSDB) também
pediu aparte e disse que seu partido tem mantido contatos para que uma unidade
do AME seja instalada em Presidente Venceslau. Falou ainda sobre a tentativa de
recursos ao hospital venceslauense junto à Cesp, dinheiro que viria por conta
de indenizações ao município.(Com assessoria de imprensa)
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