Da Redação
Em 03/07/2010 às 09:48
A proposta do Beija-Flor é a de ser instrumento orientador da atuação do setor de saúde, estabelecendo diretrizes e responsabilidades institucionais. “Procuramos fortalecer as políticas públicas e fomentar a co-responsabilidade da sociedade na desconstrução da violência e promoção da saúde”, explica Sandra Grion, coordenadora do programa.
Dados do Beija-Flor apontam que desde que foi criado foram sensibilizados no período 70% da comunidade, 100% dos profissionais da área da saúde e dos Postos de Estratégia de Saúde da Família (ESFs) e 50% dos profissionais que compõe a rede através de eventos, encontros, oficinas e distribuição de materiais educativos.
Todas as ações, segundo Sandra Grion, foram desenvolvidas de maneira integrada com ESFs e unidade de saúde e foram capacitados 90% das equipes de saúde e multidisciplinar. “Firmamos parcerias com clubes de serviços, Policia Militar e Policia Rodoviária para atuar como multiplicadores. A população foi instrumentalizada com materiais educativos, dos quais destacamos as cartilhas de violência contra a mulher (Lei Maria da Penha), Estatuto do Idoso e a Lei 11.705 [Lei Seca]”, elenca, e segue: “Observamos assim que foi atingido o objetivo proposto”.
Atualmente, o Programa Beija-Flor desenvolve
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