Da Redação
Em 13/09/2025 às 19:31
Jerusa soma 11 medalhas em Mundiais de Atletismo
(Foto: Sílvio Avila/CPB)
Acreana radicada em Presidente Prudente, a atleta multimedalhista Jerusa Geber terá um novo desafio pela frente. Especialista nas provas de tiro curto, ela foi convocada para representar o país no Campeonato Mundial de Paraciclismo de Pista 2025.
Jerusa está entre as 13 convocadas pela Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), por meio do Departamento de Paraciclismo, para a disputa do certame que ocorrerá entre os dias 16 e 19 de outubro, no Rio de Janeiro.
Segundo a CBC, o processo de escolha levou em consideração critérios objetivos, baseados no desempenho esportivo dos atletas, além de parâmetros técnicos definidos pela comissão técnica da Seleção Brasileira.
Jerusa disputará pela Classe B, ao lado de Carolina Barbosa (pilota); ambas pela equipe Indaiatuba Cycling Team. "A Carolina é super experiente, pedala desde seus 13 anos, e tem vivência também nesse tipo de competição como pilota", diz a atleta.
"Fiquei muito feliz com a minha primeira convocação no Paraciclismo. Foi um novo esporte que decidimos experimentar este ano, e acabei gostando. Vamos ver agora como será nas disputas em nível mundial. É tudo muito novo para mim, mas estou bastante confiante e fazer um bom resultado nas competições. É uma honra para mim vestir a camisa da Seleção Brasileira", finaliza.
Em dupla disputa
Antes, porém, Jerusa terá um outro desafio: a atleta foi convocada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) para o Mundial de Atletismo em Nova Déli, na Índia, de 26 de setembro a 5 de outubro.
Ao lado de Gabriel Garcia, Jerusa Geber vai para a sétima participação em Mundiais de Atletismo. Nesta modalidade, ela integra o time da Associação Desportiva para Deficientes (ADD) de São Paulo.
E, caso conquiste duas medalhas neste edição, a atleta pode se tornar a maior medalhista individual paralímpica do país, ao somar 13 triunfos na carreira.
Jerusa Geber, na sua primeira participação, em Christchurch 2011, na Nova Zelândia, subiu ao pódio três vezes: ouro no revezamento 4x100m, prata nos 100m e nos 200 da classe T11 (deficiência visual). Já em sua última participação, em Paris 2023, foram duas medalhas de ouro: nos 100m e nos 200 da classe T11 (deficiência visual).
A velocista é a maior medalhista da atual delegação, com 11 medalhas na história da competição.
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