Da Redação
Em 13/11/2009 às 11:13
A prefeitura de Osvaldo Cruz deve intimar a Empresa Funerária Tamoios, do mesmo grupo empresarial da Sociedade Mutuaria Osvaldo Cruz, concessionária dos serviços públicos do Velório Municipal, para explicar os fatos que envolveram o sepultamento e velório de dona Ana Amélia Brasileira Duarte, esposa do funcionário público municipal Claudinei Duarte, conhecido como Parafuso.
Os familiares reclamaram formalmente à prefeitura que o tratamento dispensado pela empresa concessionária causou constrangimento e indignação no último dia 2 de novembro. Afirmam que a assistência funerária foi dada pela empresa prudentina Interplan, já que o filho de dona Ana, Cristiano Rodrigo Duarte, é associado.
Dizem que como o atendimento foi de uma empresa concorrente da Sociedade Mutuaria Osvaldo Cruz, quando os familiares chegaram ao Velório Municipal não havia na cozinha nenhum utensílio, nem botijão de gás e até mesmo a mesa (pedra) onde geralmente coloca-se a urna funerária. Os materiais foram providenciados pela funerária prudentina.
Apuração
O prefeito Valter Martins recebeu a reclamação da família Duarte e determinou parecer da Secretaria de Assuntos Jurídicos da prefeitura. Em parecer, a determinação é intimar a empresa concessionária para explicar os fatos narrados no documento dos parentes de dona Ana Amélia.
A autoridade recebeu essa semana o viúvo Claudinei Duarte. “Vamos aguardar a manifestação da empresa e depois tomaremos novas medidas. Mas a própria lei municipal determina que, quando necessário, o município poderá regulamentar a concessão”, afirmou o prefeito Valter Martins. (Com assessoria de imprensa)
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